A Cabana

Estava há um tempo sem ler nada de ficção.

Então vi uma promoção de livros, adquiri vários e resolvi ler um dos best sellers do ano chamado “A Cabana”, de William P. Young.

Antes, um pequeno histórico sobre a minha religiosidade: sou batizado católico mas nunca levei a sério, mesmo tendo feito catecismo (lembro que ficava andando de bicicleta dentro da sala de aula enquanto a professora lia passagens da Bíblia - hmmm…espero que minha mãe não leia isso). Quando o “Bispo chutou a santa”, começou uma série de ataques a Igrejas Evangélicas e resolvi conhecê-las para não cair no lugar comum da crítica sem fundamentos: fui a vários cultos. Morei com um presbiteriano e devo dizer que aprendi muito sobre a vida cristã com ele (e gostei de muitas coisas!). Já li muitas coisas sobre o Espiritismo e devo dizer que simpatizo com algumas idéias. Não conheço muito das religiões orientais embora tenha algum interesse. Não me atrai nada que chegue perto do Fundamentalismo, algo presente em muitos integrantes das religiões islâmicas.

Dito isso, devo dizer que tenho em mim uma fé latente, algo que foi evoluindo ao longo do tempo, a ponto de me tornar alguém crente em Deus, mas que não tem o interesse em seguir nenhum dogma ou regra criada por religião alguma. Acredito em Deus como sendo o sentimento de bondade que nos faz pensar no próximo, nos amar e nos motiva a continuar a caminhada. Embora tenha uma certa predileção por acreditar em Jesus, não costumo diferenciar as pessoas se elas acreditam no Maomé ou simplesmente acham que nenhuma história religiosa é real. Para mim, Deus é um estado de espírito dentro da gente e se este estado é gerado por Cristo, por Buda ou pelo Big Bang, tanto faz, o que importa mesmo são as intenções e atitudes de cada um.

Para finalizar, devo dizer que, a respeito da minha fé, sempre me interessei por livros e filmes que apresentam este tipo questões, principalmente de forma indireta (usando metáforas e fábulas, ou como pano de fundo de alguma acontecimento principal da história, por exemplo). Também me interessa análises que não sejam arraigadas a esta ou aquela religião como é a boa série de livros do Augusto Cury chamada “Análise da Inteligência de Cristo” onde o psicanalista analisa a vida de Cristo através dos olhos da ciência enfatizando a Inteligência Emocional de Jesus segundo a Bíblia e deixando de lado seu “endeusamento” ou seus “milagres”.

Bom, mas o que isso tem a ver com A Cabana?

O livro é essencialmente uma fábula sobre o encontro de um homem sofrido com a Divina Trindade da Igreja: Deus, Jesus e o Espírito Santo.

Achei a idéia bem interessante quando li a sinopse: um pai de família comum viaja para um acampamento com 3 de seus filhos. Lá, depois de um “descuido”, sua filha caçula desaparece misteriosamente. Depois de alguma busca policial, o vestido da menina é encontrado todo manchado de sangue em uma cabana. Cinco anos depois, o pai recebe um estranho bilhete escrito: “Estarei na Cabana neste final de semana, se quiser, venha me ver, Assinado: Deus”. O pai, que vivia depressivo, sem achar sentido na vida, resolve ir até a Cabana e lá acaba travando um diálogo com Deus e sua forma humana (Jesus) e espiritual (Espírito Santo).

Acho que poderia ter ficado na sinopse… O livro é escrito de forma superficial, em uma linguagem de tom simples, em tom extremamente catequizante (a última página chega a ser irritante, lá você encontra um texto com o título “Projeto Missy” e o texto diz algo assim: “… ajude a divulgar este livro, doe para estranhos, para amigos, passe a Palavra para frente”). Acredito ser o primeiro livro de auto-ajuda ficção que li pois tem o mesmo foco - leia-se, clichês - dos já consagrados best sellers do tipo “Sorria, meu bem” ou “O mundo é SIM uma maravilha!!!” (nomes fictícios… ou não?). Até a velha história do “menino que acorda depois de um sonho repleto de aventuras” está presente.

Mas se todo mundo está lendo, será que não tem nada de bom nele? Tem sim. Ao lê-lo, se tivermos o mínimo de imaginação e percepção, com certeza vamos parar para pensar em temas como a brevidade da vida e suas angústias e alegrias. Em algumas páginas, analisei minha jornada, seus percalços e como poderia melhorar ao lidar com assuntos difíceis ou traumáticos. Ora, mas ao meu ver, isso é pouco. Mesmo se pegarmos a Bíblia ou a história da Bela e a Fera (para ser bem exagerado), podemos realizar análises reflexivas e extrair lições ou pensamentos bons e que nos façam crescer. Em suma: qualquer livro faz isso (alguém conhece algum que não nos faz pensar em nada? me apresente, por favor!).

Não, não gostei. Como disse, a idéia é boa e o uso de metáforas e fábulas tornam a assimilação da religiosidade e da fé mais factíveis ou mais claras à luz do pensamento, mas a execução, no papel propriamente dito, não foi das melhores, aliás, ficou longe disso. Talvez sirva para introduzir o assunto religioso entre crianças ou adolescentes mas não deve agradar àqueles que estejam em busca de reflexões profundas ou mesmo análises filosóficas sobre a fé e seus desdobramentos no interior humano.

E você, o que achou? Conhece algum livro realmente bom que misture ficção e religiosidade sem pieguismo e pregações exageradas? Qual?

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108 Comentários sobre “A Cabana e a Minha Religiosidade”

  • Lekkerding comentou em 11 de dezembro de 2008 às 23:03 :

    Recomendo “Pelo amor ou pela dor”.
    Um livro espírita que conta a história de um homem e suas lições não aprendidas. Sem ser tendencioso, ele nos faz pensar na vida e nas lições que tiramos. Quando terminei o livro fui pensando nas coisas que ainda me doíam e fui tentando tirar lições delas… Ainda estou fazendo isso - e li o livro há 3 anos - e é uma jornada interessante.

  • Alexandre Rivaben comentou em 12 de dezembro de 2008 às 00:02 :

    Opa! Boa dica Lekker! Vou procurar, comprar, ler e depois posto aqui!

    Mais alguma dica?

    Abrax!

  • Priscila comentou em 12 de dezembro de 2008 às 09:58 :

    Concordo plenamente Rivaben!
    Quando comecei a ler achei interessante, o lance da Missy ter sumido, a cabana, a joaninha… etc. Mas na metade do livro, achei tudo muito esquisito, repetitivo, meio louco… rs

  • Adriane comentou em 30 de dezembro de 2008 às 00:44 :

    Bom…acho que as pessoas hoje em dia estão atrás de Deus em análises filosóficas, porém acho também que é difícil sentir a presença de Deus justamente por isso, é dificil aceitar que Deus é simples assim…e apenas no amor Ele está. Para que tantas placas de igrejas? para que estudos e mais estudos de teologia? o que estamos procurando? Se é Deus então o livro diz tudo…Deus é amor, está com nós todos os dias. Eu demorei anos passando de religião por religião..de estudos para entender Deus…quanta prepotência a minha, até que um dia eu senti a presença de o Espiríto Santo e tudo mudou…é dificil para quem nunca sentiu isso aceitar a visão de Deus como o livro descreve. O que eu achei interessante no livro é por não religião, isso foi bom. Mas….cada um tem uma visão, para mim o livro foi maravilho.

  • Luiza Garcia Diniz comentou em 04 de janeiro de 2009 às 17:29 :

    Melhor livro do mundo…

    graças a ele…

    hoje eu perdi a minha “grande tristeza”

  • Carina comentou em 05 de janeiro de 2009 às 13:07 :

    Olá

    Eu acredito no seguinte: 10 pessoas podem ler o mesmo livro, e podemos ter 10 conclusões diferentes. Acredito que depende do espírito de cada um (e isso literalmente)
    É engraçado como a forma que o livro apresenta Deus se pareceu muito no que eu acredito.
    E eu acreditei na história, achei linda, e muito tocante. Sabe acredito em Deus numa forma muito simples, sem complicar as coisas, sem tantos exageros.. como muitos fazem, acredito nele numa forma justa e num amor incondicional, assim como relata o livro.
    Se você não foi tocado, talvez não quisesse exatamente. Ou não estava aberto para isso.

    Ok ok parece ingenuidade da minha pessoa, pode ser, mas até ai, ninguém sabe a verdade.
    Sou espirita e crente em Deus e no amor.

    Amei o livro e espero que muitos possam sentir o que eu senti!!

  • Carina comentou em 05 de janeiro de 2009 às 13:33 :

    Olá

    Olha eu acredito no seguinte: 10 pessoas podem ler o mesmo livro e terem diferentes visões. Cada pessoa entende certas coisas de uma forma.

    É engraçado como a forma que eu sempre pensei em Deus foi simples, sem exageros ou como um “todo-poderoso”, mas que nos ama de forma incondicional, esse livro veio de encontro com muita coisa que eu acredito, ele realmente me tocou. E dele acho que podemos levar muitas lições, não consigo comparar com um conto de fadas uma obra tão profunda.

    Se a pessoa o ler com o coração aberto pode entender muita coisa, ou ao menos a fará pensar.

    Eu amei o livro.

  • Alexandre Rivaben comentou em 06 de janeiro de 2009 às 17:02 :

    Olá Adriane,

    Concordo com você na sua visão de Deus, repare que no meu texto eu também deixei isso claro. Eu nao gostei é da forma que o livro foi escrito, a forma superficial e confusa. A minha impressão é que o cara teve a idéia excelente mas não soube implementá-la na prática. Também discordo de você quando você diz que o livro não defendeu nenhuma religião… Apesar de citar vários lideres espirituais, o livro é uma apologia clara ao cristianismo ou a santissima trindade seria o que?

    Obrigado pelo seu comentário. Acho que, independente de tudo, o livro foi bacana pois no colocou aqui, discutindo idéias, que é o objetivo principal deste blog e de quem escreve :)

  • Alexandre Rivaben comentou em 06 de janeiro de 2009 às 17:03 :

    Olá Luiza,

    Que bom que gostou. Infelizmente não compartilho da sua opinião. Acho ele um livro de auto-ajuda bem decepcionante e abaixo de muitos outros que já li.

    Como disse no meu texto, recomendo fortemente a coleção do Augusto Cury sobre a Análise da Inteligência de Cristo. Acho que neste sentido, a coleção do Cury é bem superior (apesar de também ter as suas falhas).

    Beijos,

  • Alexandre Rivaben comentou em 06 de janeiro de 2009 às 17:07 :

    Olá Carina,

    Também concordo com você sobre as 10 pessoas terem 10 opiniões diferentes. Vou ainda mais longe, acho que se a gente ler o mesmo livro em 10 momentos diferentes da nossa vida, possivelmente teremos 10 opiniões diferentes.

    Eu vou falar o que já falei em outros comentários: a idéia do livro é excelente e eu também acredito muito no Deus descrito no livro. A minha crítica é quanto a forma como isso foi passado para o papel. O livro é mal escrito, repetitivo e com argumentação superficial. Eu fico feliz que as pessoas tenham sido tocadas pela leitura mas eu não fui porque quando leio busco também algo mais trabalhado, mais bem escrito. Acho que a idéia é boa mas não vale o tempo perdido na leitura, acho que é isso.

    Beijos e obrigado pelo comentário!

  • Allan comentou em 07 de janeiro de 2009 às 14:20 :

    Ainda nao li o livro mas ja estou com ele em mãos, sei que
    no amor de Deus tudo e possivel.
    vou ler o livro e assim que terminar vou passar o amor de Deus que sei que esta no livro para abençoar a vidas das pessoas que precisam de mais amor.
    pois somos a geraçao de vencedores.

    PAZ A TODOS.

  • priscilademoraes comentou em 16 de janeiro de 2009 às 18:05 :

    Eu gostei muito do livro. Acredito que esse livro ajudou e ajudará a muitos. Me ajudou. Não achei piegas, como cristã desde o ventre, achei revolucionário! Tudo aquilo que Deus é de forma direta, clara e sem religião e muito menos fundamentalismos. Foi uma resposta a uma oração.
    Paz

  • maurea trindade comentou em 19 de janeiro de 2009 às 17:21 :

    Eu gostei demais do livro e fui levada até àquela cabana e estou experimentando essa consciência da presença de Deus de uma forma quase que pálpavel em cada situação que enfrento. Pra mim, não é um livro de ficção, mas um livro que aproximou o céu da terra, ou seja, tira Deus de uma distância inatingível e O traz para o lugar que Ele deseja estar que é ao nosso lado, sendo o amigo sensível que todos queremos ter. Ele tem princípios cristãos sim, mas retratados totalmente desvinculados de religião que não deve ser nosso alvo de defesa nem de ataque. Sou pastora evangélica e após essa leitura não vou me desvincular da religião que pratico, mas vivë-la ainda mais intensamente ouvindo com mais consciência e paixão as direções que receber nesse novo nível de relacionamento com Deus. Não estou fazendo análise quanto a forma da escrita, mas quanto ao impacto que o conteúdo traz ao renovarmos nossa mente nessa leitura

  • Alexandre Rivaben comentou em 20 de janeiro de 2009 às 16:54 :

    Olá Priscila,

    Realmente, o livro não tem fundamentalismos e é bem direto em sua mensagem. Apesar de não ter gostado, devo concordar que é uma grande qualidade dele!

  • Alexandre Rivaben comentou em 20 de janeiro de 2009 às 17:02 :

    Olá Maurea,

    Como eu disse no meu texto: a idéia não é ruim mas realmente não gostei da implementação. Tá bom, eu concordo com você: o fato que trazer Deus a uma realidade mais “tangente” tem lá seus méritos mas será que devemos nos contentar “apenas” com isso? Digo, há inúmeros outros livros que contém a mesma idéia e são muito mais bem escritos, você não acha? Aliás, porque para falar de Deus devemos “falar de Deus”?

    Não sei se consigo me explicar bem mas, se somos a criação, abordar as grandes qualidades que ele nos deixou não seria tão ou mais belo do que utilizar de figuras de linguagem clichês (porque você há de concordar comigo que colocar uma mulher negra, uma asiática e um judeu na história não passam de subterfúgios para a “lição” de não sermos racistas)? Ou melhor, se não é ficção, não há obras melhores como a de Gandhi que nos traz lições “melhores”?

    Vou exemplificar: já leu “A Lição Final” do Randy Pausch? Eu falei sobre ele neste blog. Acho que Deus está muito mais presente neste livro do que no “A Cabana”, com sua “ficção pseudo-realista”.

  • Claudia comentou em 24 de janeiro de 2009 às 14:36 :

    Boa tarde!
    Ainda não li A CABANA, porém posso recomandar dois livros fantásticos que envolvem religião:
    INFIEL, a história de uma mulher que desafiou o Islã e
    PELA BANDEIRA DO PARAISO,uma história de fé e violência.
    O primeiro trata da biografia de . Memórias define melhor o estilo. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ayaan_Hirsi_Ali)
    No segundo, o jornalista Jon Krakauer conta sobre os mórmons.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Krakauer)
    Tratando-se de histórias verídicas/baseadas em fatos reais, dá pra entender, definitivamente, que religião não é assunto para se discutir. É conveniência dos crentes e “pastores”! Também creio em um SER SUPREMO por conveniência - para meu conforto em momentos de angústia por simplesmente existir.

  • Alexandre Rivaben comentou em 30 de janeiro de 2009 às 17:23 :

    Olá Claudia,

    Adorei suas sugestões. Já coloquei os livros aqui na minha lista de desejos, assim que conseguir lê-los, eu comento aqui.

    Assim que ler o “A Cabana”, não deixei de compartilhar suas opiniões!

    Abraço!

  • maurea trindade comentou em 30 de janeiro de 2009 às 23:34 :

    Olá Alexandre!

    Concordo com você que exitem livros melhores na escrita do que este, mas na minha opinião este livro não está alcançando o lugar que alcançou pela qualidade literária, mas por tornar Deus mais acessível.
    O fato de ter sido usado uma mulher negra que era chamada de papai tinha o objetivo de aproximar o Mack de Deus sem deixar que os conceitos já formados no seu interior e os bloqueios dele com o pai natural o impedissem de deixar Deus se revelar como pai a ele.
    Eu disse no meu comentário anterior que não é ficção. O que quiz dizer é que não é só ficçao. Há um lado espiritual que no meu entender é oque o livro tem de interessante.
    Quebrou paradigmas daquilo que se espera que Deus seja.
    Como o tema da discussão é “A cabana e a minha religiosidade” creio que entra em questão quanto afetou oque creio. Mesmo tendo uma não acho que soluçao é a religião, mas como disse anteriormente enxergar Deus de ma forma mais próxima valeu!
    Quanto a literatura concordo que Augusto Cury é show. Já li dele também um livro chamado “Maria, a maior educadora da história! Excelente!
    Sua outra dica não li, vou procurar

  • Carina comentou em 03 de fevereiro de 2009 às 09:32 :

    Sabe o que ocorre Alexandre, acredito que sua visão está totalmente virada ao profissionalismo que o escritor empenhou no livro, mas a cabana não se trata disso, tanto que foi escrito por um cara que nunca fez isso antes, o que a maioria das pessoas estão julgando aqui foi a forma como as tocou, espiritualmente, e estao falando de Deus, e não do conteúdo do livro, se ele foi repetitivo, se Deus era negro, branco ou mestiço, tenho certeza que as pessoas não estão avaliando isso, e o que o escritor quis mostrar neste livro é que ninguém precisa ter uma idéia formada de como era Jesus, que isso não têm a menor importância, mas sim o que ele fez por nós e a lição que veio deixar na terra. Assim como o escritor … Ele nos deixou uma maravilhosa lição, para estarmos mais próximos de Deus.

    E isto não é o que você está analisando conosco, você está querendo ver a parte técnica do livro.
    Pois agora eu te pergunto: Sentimentalmente este livro te tocou? Na sua crença de vida ou pós-vida ele te trouxe alguma lição?

  • Allan comentou em 03 de fevereiro de 2009 às 10:09 :

    Carina.
    Bom dia,
    Ralmente o que vc disse e verdade, o livro nos mostra algo mais que o relacionamento de Deus conosco o livro conseguiu mostra q a ideia q temos da TRINDADE e bem diferente pois para q devemos ter a imagem de Jesus como um homem branco se a biblia diz q somos a imagem e selhança de Desu nos somos ñ o exterior e sim no interior temos amor pelo proximo e sabemos q Ele nos amou primeiro.
    Ele ñ tinha beleza ou formosura Ele era o filho de Deus e so isso nos basta pois confiamos em nosso Deus…

  • Carina comentou em 03 de fevereiro de 2009 às 10:50 :

    Olá Allan
    Bom dia!!
    Muito obrigada pelo seu comentário, gostei muito.
    Assim como o de todos aqui.
    Eu senti ter vivenciado uma forma totalmente diferente de contato com Deus, e este livro nos mostrou isso, me abriu mais portas, como se ampliasse minhas idéias.
    Pelo visto você já conseguiu ler!!?? :)

  • Alexandre Rivaben comentou em 03 de fevereiro de 2009 às 11:04 :

    Olá Carina,

    Eu não estou vendo apenas a parte técnica não. Eu achei o livro enjoativo e realmente não me trouxe muita coisa no ambito sentimental.

    Sério, não estou querendo, com isso, menosprezar aqueles que gostaram do livro. Mas não me tocou. Achei ele demasiadamente superficial.

    Acredito também que é impossível dissociar uma obra e tratá-la como se fossem duas coisas distintas: a ideia e a forma como foi implementada.

    Para mim, ambas devem caminhar juntas para um resultado. Ora, vou mudar o tema para exemplificar o que quero dizer: aqueles livrinhos de romance que tem nas bancas (sabe? Estilo “Sabrina”?) tem até um idéia de história boa mas quando você vai ler, a escrita é tão pobre que tira todo o mérito da idéia.

    Tudo bem, meu exemplo foi exagerado mas acho que é esse o ponto. “A Cabana” não me tocou (claro, tirei sim algumas lições mas lições que tiro lendo QUALQUER livro sendo ele religioso ou não) e acredito que não me tocou devido sim a falta de técnica literária mas também devido a superficialidade com o que tema foi abordado. Não concordo quando você diz que não devemos discutir se Deus era negro, branco, etc… o livro é uma Metáfora para o encontro com Deus, então devemos sim analisar por que e qual o intuito das figuras ali colocadas e isso para mim deixa o livro muito superficial. Como já disse, eu acho a ideia boa mas há uma série de outros livros (como os do Cury, por exemplo) que a implementam de, na minha opinião, uma forma bem melhor.

    Obrigado pelo comentário!

  • Alexandre Rivaben comentou em 03 de fevereiro de 2009 às 11:06 :

    Fico feliz que o intuito principal que é discutir sobre Deus de uma forma sem ideias pre-concebidas tenha sido atingido. Por isso o livro valeu.

    Mas continuo não gostando dele ;)
    Abraço!

  • Carina comentou em 03 de fevereiro de 2009 às 14:57 :

    Olá Alexandre, obrigada pela sua resposta a meu comentário!!

    Olha eu entendo muito bem o seu pensamento, e foi como coloquei, nós somos seres humanos diferentes, cada um pensa de uma forma e as vezes por sua experiência de vida ou mesmo sua experiência profissional acaba analisando situações ( e livros :) ) com outra visão.
    Acho que o importante é isso, levantarmos questões, trocarmos idéias, mas sempre assim, respeitando a opinião e crença de cada um.
    O mais importante é tirarmos proveito e lições de tudo nesta vida, por menos que gostemos, devemos sempre tentar ver o lado bom, não é!
    Grande abraço :S

  • Mario Adorno comentou em 04 de fevereiro de 2009 às 23:23 :

    Sou Católico praticante e acabei de ler o livro neste momento e me deu uma vontade de compartilhar a sensação com alguem então procurei imendiatamente um site para então fazer minha partilha. Primeiro que bom que eu terminei de ler pois estava me deixando inqiuieto e curioso para ver onde chegaria este misto de religiosidade com auto- ajuda e ficção. Mas não vou apredejá-lo pois ainda que foge um pouco de minhas convicções religiosas acabo tirando algo de bom porque, leitura é cultura antes de tudo, principalmente se quem lê tem o bom senso da crítica.
    O Livro trata de questôes existenciais e hoje qquer pessoa se identificaria com tal assunto especialmente porque busca uma resposta para as maiores angustias da vida humana. No fundo todos nós queremos encontrar uma saída e um remédio eficaz para a dor, o sofrimento ou perda de alguem que amamos. Sem dúvida o livro nos leva a olhar para cada um de nós em sua condição de vida e ao mesmo tempo nos coloca na condição daquele Pai que como tantos procura a “verdade” sobre este vazio. Na verdade haverá sempre um mistério escondido neste campo da morte e de como enfrentar quando isso acontece bem perto de nós. Confesso que adquiri o livro mais por curiosidade e mesmo porque nunca achei que iremos encontrar um livro mágico que solucione todos os nossos problemas. Na verdade o ser humano estará sempre em busca de uma resposta para tantas perguntas que a vida lhe faz. A única coisa que temos a certeza é que vamos morrer mas não ficaremos na morte e sim experimentaremos de uma nova vida com toda a sua plenitude!

  • Último Ato » Blog Archive » Milk: “A Voz da Discórdia” ou seria “A Voz da Hipocrisia”? comentou em 27 de fevereiro de 2009 às 16:19 :

    [...] assim, por exemplo, quando critiquei o livro “A Cabana” exatamente pelo que chamo de “ausência de qualidade [...]

  • Claudia comentou em 24 de abril de 2009 às 15:26 :

    Gostei muito de ter lido este livro. No início era só curiosidade, para não “ficar por fora” do que muitos estavam lendo. Minha curiosidade aumentou quando um amigo me disse que estava “estudando o livro”. Por que alguém estudaria uma ficção? Então ao ler descobri que é uma narrativa que tem respaldo na Palavra de Deus que nos apresenta a Trindade, que nos fala de como aliviarmos nossas dores deixando nossos fardos com “Jesus” e nos revela a verdade que temos apenas uma vida para viver. Encontrei todos estes ensinamentos bíblicos,e outros tão valiosos quanto estes, descritos de forma simples e com imaginação,tornando a leitura emocionante. Que Deus abençoe este autor! Se não tinha a intenção de ser tão famoso,acabou alcançando muito mais…o coração das pessoas!

  • Lucas comentou em 28 de abril de 2009 às 00:30 :

    Joguem fora suas bíblias, por que de nada servem então, já que todo esse liberalismo agrada essa humanidade prostituida, tornando doutrina de vida um livro de ficção que distorce a trindade divina, que anula a justiça de Deus e o pior, invalida o sacrifício do nosso Senhor Jesus Cristo pelos nossos pecados “Eu sou o melhor modo que qualquer humano pode ter de se relacionar com Papai ou com Sarayu” (p. 101), Jesus é o UNICO modo de se relacionar com Deus. NINGUEM vai ao Pai senão por ele (João 14.6). Pessoal, não deixem esse universalismo tomar conta da vida de vocês. Querem conhecer Deus? Vão para bíblia, participem de estudo bíblicos vão à escola dominical, é para isso que serve a igreja, mas procurem instituições serias que estejam baseadas no instrumento da verdade cristã (BIBLIA). A bíblia foi deixada para nós, que não tivemos a oportunidade de presenciar a maravilhosa vinda de Deus a terra, ela é o nosso “Manual do Fabricante”, que com muito amor e destreza foi escrita a milhares de anos e serve como ensinamento até hoje, por que Deus é imutável. O livro não é de todo errado, tem meias verdades nele, porem, pra mim, meia verdade não é verdade. Se for ficção, ok, que não saia desse gênero e venha tornar doutrina de vida. Deus é amor sim, mas é justo também, e a sua justiça é perfeita aos olhos Dele. Por que para nós, como pode ser justo alguém viver setenta anos matando e roubando, fazendo tudo errado e no seu ultimo suspiro realmente se arrepender e vai pro céu, e o outro vive 25 anos obedecendo à palavra de Deus vai para o mesmo céu que o outro individuo. Isso se chama Graça (Favor não merecido), que foge do nosso patamar de entendimento por que esta na soberania de Deus. Deus é amor, graça e misericórdia e tudo isso tem na bíblia, não descartemos o livro mais precisou que o ser humano pode ter, ler e viver (A BIBLIA SAGRADA).

    Indico um livro muito bom que se chama: “O Estranho no Caminho Emaus” - Editora GoodSeed - Leiam, vocês vão gostar.

    Abraço a todos

  • priscila comentou em 30 de abril de 2009 às 10:39 :

    Olá Lucas, vi seu comentário e não entendi quando criticou essa parte do livro “Eu sou o melhor modo que qualquer humano pode ter de se relacionar com Papai ou com Sarayu” (p. 101), Jesus é o UNICO modo de se relacionar com Deus. NINGUEM vai ao Pai senão por ele (João 14.6). No livro não é Jesus mesmo que diz o mesmo que você disse? Bom, me perdoe se estiver enganada, não tenho mais o livro em português, estou relendo em inglês e continuo achando maravilhoso e baseado na Bíblia. Entretanto, como você eu também acedito que é só através da Bíblia temos a reveleção e orientações do que Deus quer para nossas vidas mas discordo de você quando diz que a igreja nos traz a verdade, pelo contrário, eu diria. E é acreditando que só vão encontrar verdades nas igrejas é que muitos se decepcionam e afastam. Verdade só encontramos em Deus e através da Sua Palavra a Bíblia. De resto, tudo o que tem a mão do homem se corrompe. Mas claro que as igrejas também tem sua importância. Afinal aprendemos uns com os outros, nos apoiamos um nos outros.
    Paz.

  • Carina comentou em 04 de maio de 2009 às 12:00 :

    Caro Lucas
    Achei meio radical seu comentário. E até nos dias de hoje Deus tenta nos mostrar experiências e vivências para que aprendemos tudo o que ele tentou ensinar. Então digo, porque não podemos tirar proveito das coisas boas que o livro nos ensina e ponto. Eu acredito que qualquer religião ou meio que tente nos mostrar algo de bom é totalmente válido! Ter no coração bondade, perdão, união, e assim o livro nos ensina isso. É difícil mesmo perdoar um pecador que faz mal a tantas pessoas e por tanto tempo, mas não foi Jesus que ensinou o perdão? Afinal o destino daquela pessoa não está em nossas mãos e sim nas de Deus, nosso coração estará mais livre e leve com isso, dali para frente é com Deus que aquela alma terá de prestar contas, mas a sua parte você terá feito.
    Importante é de uma forma ou de outra, pensar e fazer o bem a todos, da melhor forma possível.
    Grande abraço,

  • Carla comentou em 04 de maio de 2009 às 16:07 :

    O livro A Cabana é o mais lindo que já li. Tentamos sempre complicar as coisas relacionadas a Deus, mas Ele é simples e a única coisa que Ele quer é se relacionar com a gente. Tive minha vida transformada por esse livro, a sensação que temos é que estamos lá na cabana. Fiz um propósito de ler o livro a cada dois meses. Recomendo a todas as pessoas, cristãos ou não.

  • Carla comentou em 04 de maio de 2009 às 16:27 :

    Olá Lucas, sou evangélica, frequento estudo bíblico, escola dominical, sou lider do Ministério de Louvor e de dança e estou sempre muito envolvida com as coisas da igreja, conheço e AMO a Bíblia, que é a palavra de Deus, mas não descarto a possibilidade de Deus falar através de pessoas ou de outros livros, como acontece com “A Cabana”. Deus nos fez pessoas alegres, gostamos de rir, de nos relacionar, e se fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, por que Ele não pode ser assim também? Lendo esse livro fico pensando no relacionamento de Jesus com os discípulos, com os pecadores, as crianças, elas amavam a Jesus, e as crianças costumam ser atraídas por pessoas amáveis e alegres. Fico pensando em quando João recostou a cabeça no ombro de Jesus. Também creio que no amor de Deus opera a justiça, mas não consigo imaginar um Deus tão sério que não possa às vezes brincar com a gente. Esse livro só fez aumentar o meu amor pelo SENHOR.

  • Sheila Danadio comentou em 04 de maio de 2009 às 19:30 :

    Ficção!!! Podemos criticar a ficção, ser ou não tocados pela história ou estória.

    Eu entendo que a maneira com que o autor expõe os questionamentos e as respostas para eles tem a ver com a forma ideal para que Mack, o personagem principal, entenda.

    Se fosse vida real, Deus também falaria conosco da mesma maneira, de forma pessoal e intimista, de acordo com cada um. Por isso, para uns foi o máximo a linguagem e forma de ser contada a história e para outros não.

    No meu caso o momento era propício e pude fazer uma releitura, ainda que das coisaa mais básicas e simples da minha vida, que ao longo do tempo a gente vai complicando e perdendo.

  • Alexandre Rivaben comentou em 05 de maio de 2009 às 12:00 :

    Olá Carla,

    Por que ler o mesmo livro a cada 2 meses e não procurar outros livros, talvez até do mesmo genero?

    Apenas curiosidade…

    Abraço e obrigado pelo comentário!

  • Alexandre Rivaben comentou em 05 de maio de 2009 às 12:59 :

    Olá Sheila,

    Eu acho interessante tirar lições de todos os livros que lemos. Acho também que depende muito do momento da vida para tirarmos estas ou aquelas lições né? Mas continuo me sentindo “não tocado” pelo “A Cabana”. Talvez tenha sido o momento da minha vida que li… né?

  • Allan comentou em 05 de maio de 2009 às 13:51 :

    Ola, paz para todos.
    Olha não tenho muito o que falar sobre o livro, pois por mais que eu diga o que ele representou para mim, sei que não representou o mesmo para todos.
    Pois a Bíblia nos diz: A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito para o proveito comum. 1 Corintios 12:7.
    Ou seja as o livro pode ter representado coisas e formas diferentes para cada pessoa.
    Mas fica um recado o livro pode ser comparado como FICÇÃO, mas nos sabemos que Deus tem o Poder para fazer isso e muito mais. Esta palavra vem para nossas vidas como um renovo no Espírito. E sei que varias pessoas que estavam longe da presença de Deus foram alcançadas graças ao livro.
    Um forte abraço e que Deus os abençoe.

  • Lucas comentou em 09 de maio de 2009 às 01:37 :

    Ola a todos, gostaria de explicar a minha colocação no comentário anterior para os que não entenderam. Quando questiono a seguinte frase do livro: “Eu sou o melhor modo que qualquer humano pode ter de se relacionar com Papai ou com Sarayu” (p. 101), eu disse que Jesus é o UNICO caminho e não o melhor, por que o termo “melhor” traz uma idéia de que existem outras possibilidades de salvação e não SÓ a fé em Jesus Cristo, compreendem? Jesus disse: Ninguém vem ao Pai SENÃO por mim, a frase do nosso amigo autor traz uma idéia de que Jesus disse, por exemplo: “Eu sou o melhor meio de se chegar ao PAI”, e isso significa, dentro do meu vago conhecimento da língua portuguesa, que então existem outras formas de salvação não tão melhores quanto Jesus. Já a respeito de tirar coisas boas do livro, eu faço uma pergunta pra vocês: Se vocês abrissem sua geladeira e vissem um bolo, lindo todo decorado, cheio de chocolate, mas de repente, mais de perto vocês vêem que num pedaço do bolo tem fezes, você comem o resto do bolo? Ou seja, vocês tiram o pedaço com fezes e comem o resto? Vamos dizer que vocês escolham a opção de comer, por que sei que muitos devem ter pensado isso, vocês comeriam tranquilos e ofereceriam um pedaço desse bolo para alguém? Foi isso que eu quis dizer com “meia verdade, não é verdade”. Eu dispenso qualquer livro que venha com meias verdades. Pra mim verdade é bíblia, se o autor me diz uma coisa e a bíblia outra, eu fico com a bíblia. Agora eu não posso julgar o livro como sendo heresia por que na capa dele vem escrito a seguinte palavra que o inimigo de nossas almas escolheu certinho: FICÇÃO. Pronto, já deu margem pra ele falar o que quiser e misturar conteúdos totalmente distintos. Não vejo nada diferente no livro do que tem na bíblia, mas sim algumas interpretações distorcidas e manipuladas de uma forma nada inspirada por Deus, mesmo por que o autor contradiz a bíblia em muitos momentos, mas é o que eu disse, é “ficção” então ele pode falar o que ele quiser pois ele não está fundamentado na palavra. Pois, se é um livro pra se falar do Amor de Deus, que viesse no mínimo com versículos bíblicos, mas lembrem-se, não pode por que é ficção. Deus é amor sim, e não precisaria ninguém ratificar isso e nem defender isso, se todos tivessem o habito de meditar na palavra de Deus. Um livro que fala do amor de DEUS, e tem como gênero ficção, deve ter tanto peso assim?
    Deus não manda ninguém pro inferno, alguém só vai pro inferno por que não acredita no inferno. Por que se acreditasse, saberia que existe UM meio de se livrar da morte eterna, e o nome Dele é Jesus, não o melhor meio, mas sim o único. Uma boa parte do tempo que Deus passou aqui na Terra, Ele nos alertou sobre o inferno, e pouco se falou sobre o Céu. Por que Ele se preocupa a ponto de ter dado seu único filho para que todo que Nele crê, não pereça mas tenha a vida eterna. Essa é a maior prova de que DEUS É AMOR.

    That’s all Folks…

    Abraço

  • priscila comentou em 09 de maio de 2009 às 11:30 :

    Olá a Todos!
    Lucas Deus abençõe sua fé e perseverança. Se eu estivesse na sua posição acredito que pensaria exatamente como você.
    Paz

  • Lucas comentou em 09 de maio de 2009 às 14:28 :

    Olá. Gostaria de lembrar que minha posição é a Biblia, e não um livro de ficção. Tudo que eu escuto, leio ou vejo, busco se é verdade na biblia, para não cair em “contos de fadas”.
    Se possivel, leiam 2Timoteo 4:3,4 e 2Pedro 1:16,21.
    A biblia relata que Deus é amor, mas tambem nos conta que Deus não poupou nem os anjos que pecaram, “leiam 2Pedro 2:4″

    O livro mostra um Deus apenas de amor e não de justiça. Apesar da Bíblia ensinar que Deus é amor, não falha em apresentá-lo como um Deus de justiça que pune o pecado:
    “A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18.4).

    “Semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Rm 1.27). “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).

    “E a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2 Ts 1.7, 8). Cristo morreu pelos nossos pecados (1Co 15.3).

    Abraço a todos

  • Camila comentou em 15 de maio de 2009 às 16:55 :

    Eu amei o livro. Me tocou profundamente.
    E acredito no Deus simples e de amor incondicional que o livro apresenta.

    Excelente e acredito que seja indicado a todos que amamos sim!!!

  • Elia C. Vieira comentou em 17 de maio de 2009 às 15:23 :

    Li o livro e certamente jamais esquecerei; na minha vida acho que muita pode ser melhorada por conta desta linda historia.
    Tenho certeza que Deus acompanha sempre seus filhos e acho que todos devem se dar a oportunidade de viver essa experincia com nosso Papai.

  • Cristina comentou em 19 de maio de 2009 às 18:21 :

    Li este final de semana, adorei, estava precisando dele.
    me fez pensar muito.

  • Alexandre Rivaben comentou em 19 de maio de 2009 às 19:33 :

    Ola Lucas,

    Respeito sua opinião mas não concordo nem um pouco, aliás, me senti triste ao notar um certo preconceito de sua parte ao colocar algumas citações bíblicas que remetem claramente a homossexualismo x pecado.

    Desculpe, não quero ofendê-lo mas acho que esta postura acaba gerando acontecimentos com o fatidico 11/09.

    Acho que o radicalismo não é a solução. Se você segue a bíblia desta forma, deve entender que outras pessoas não seguem e nem por isso são menos ou mais crentes do que você.

    É a minha posição…

    Abraço,

  • Alexandre Rivaben comentou em 19 de maio de 2009 às 19:35 :

    Que bom que gostou Camila.

    Apesar de não ter achado o livro tudo isso, acho sua postura bem melhor do que a postura de intolerancia que muitos fanáticos adotam, se dizendo “corretor” por se esconder atrás da Palavra.

    Abração!

  • Alexandre Rivaben comentou em 19 de maio de 2009 às 19:36 :

    Olá Elia!

    É isso! A experiencia literária tem muito disso: ela afeta as pessoas de formas diferentes. A mim, não agradou muito mas fico feliz que tenha agrado a você!

    Abraco!

  • Alexandre Rivaben comentou em 19 de maio de 2009 às 19:42 :

    Olá Cris,

    Como eu disse em outro comentário! Se fez vc pensar, seja lá no que for, já valeu a pena!

    Fiquei muito feliz que um livro que eu nao tenha gostado muito tenha gerado toda essa discussão (que tem acrescentado muito em minha visão de mundo)

    Abraço!

  • Carla comentou em 20 de maio de 2009 às 09:04 :

    Olá Alexandre

    Fiz o propósito de ler A Cabana a cada dois meses porque temos a tendência de nos empolgar com algo e depois esquecer, o livro trabalhou muitas áreas na minha vida, às vezes o mesmo texto lido várias vezes nos traz diferentes interpretações ou revelações, mas isso não vai me impedir de ler outros livros, agora vou começar a ler “Este Mundo Tenebroso” de Frank E Peretti , um livro evangélico que fala sobre guerra espiritual.

  • Márcia comentou em 20 de maio de 2009 às 09:50 :

    LI O LIVRO EM 2 DIAS E MUDEI MINHA MANEIRA DE ENXERGAR DEUS E A VIDA HUMANA.
    AGORA ENTENDO NOSSO PROPÓSITO AQUI NA TERRA!!!

    TODOS DEVERIAM LÊ-LO.

  • BERNADETE comentou em 23 de maio de 2009 às 14:24 :

    ESSE LIVRO É SIMPLISMENTE FABULOSO.
    ESTOU INTERESSADA EM INDICÁ-LO AO MAXIMO DE PESSOAS POSSIVEIS.
    ESSA LEITURA É NO MINIMO DIVINA.

  • Lucas comentou em 25 de maio de 2009 às 12:36 :

    Olá! E por acaso homossexualismo não é pecado? E não sou eu quem digo, e sim a biblia, que é o instrumento da verdade.
    Mas fica impossivel comentar ou debater com quem não acredita nos evangelhos, por que não teremos bases para nos fundamentar.
    São Paulo foi um dos primeiros preconceituosos da era cristã por escrever Romanos 1:27? Ou melhor, Deus é preconceituoso? Já que as escrituras são inspiradas por Deus!
    Enfim, eu não tenho nada contra homossexuais, tenho amigos que optaram por ser, membros na minha igreja que ja foram e hoje estão libertos, e são tão dignos quanto eu da salvação, mas aquele que vive no homossexualismo está em pecado, e ressalto, não sou eu quem digo.

    homossexualismo = pecado

    O que levou ao 11/09 talvez tenha sido o fanatismo religioso misturado com politica, é uma receita mortal.

    Crente: O que acredita, cre.
    Não necessariamente quem é crente, cre em Deus.
    Crente pode crer em ficção, Ets, reencarnação, etc…
    Por que crente é quem crê.

    Me desculpem por citar a biblia, mas vou citar mais :)

    Rm 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”.

    2 Tm 3.16, 17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”.

    Abraço

  • Algumas Heresias da Silva comentou em 25 de maio de 2009 às 12:50 :

    1. Hostilidade ao cristianismo

    “As orações e os hinos dos domingos não serviam mais, se é que já haviam servido… A espiritualidade do Claustro não parecia mudar nada na vida das pessoas que ele conhecia… Mack estava farto de Deus e da religião…” (p. 59).

    “Nada do que estudara na escola dominical da igreja estava ajudando. Sentia-se subitamente sem palavras e todas as suas perguntas pareciam tê-lo abandonado” (81).
    Resposta bíblica: Jesus disse que as portas do inferno não prevaleceriam contra a sua Igreja (Mt 16.18).

    2. Experiência acima da revelação

    As soluções para os problemas da vida surgem de experiência extra bíblicas e não da Palavra de Deus. As alegadas revelações da “Trindade” são à base de todo o enredo do livro. Mesmo fazendo alusões às verdades bíblicas, elas não são a base autoritativa da mensagem.

    3. A rejeição de Sola Scriptura

    A Cabana rejeita a autoridade da Bíblia como o único instrumento para decidir as questões de fé e prática. Para ouvir Deus, Mack é convidado a ouvir Deus numa cabana através de experiências e não através da leitura e meditação da Bíblia Sagrada.
    Resposta bíblica: Rm 15.4: “Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”.

    2 Tm 3.16, 17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”.

    A igreja não precisa de uma nova revelação, mas de iluminação para entender o que foi revelado nas Escrituras.

    4. Uma visão antibíblica da natureza e triunidade de Deus

    Além de errar sobre a Bíblia, A Cabana apresenta uma visão distorcida sobre a Trindade. Deus aparece como três pessoas separadas, o que pode ser chamado de triteísmo.

    O autor tenta negar isso ao escrever: “Não somos três deuses e não estamos falando de um deus com três atitudes, como um homem que é marido, pai e trabalhador. Sou um só Deus e sou três pessoas, e cada uma das três é total e inteiramente o um” (p. 91).
    Young parece endoçar uma pluralidade de Deus em três pessoas separadas: duas mulheres e um homem (p. 77). Deus o pai é apresentado como uma negra enorme, gorda (p. 73, 74, 75, 76, 79), governanta e cozinheira, chamada Elousia (p.76)).

    Jesus aparece como um homem do Oriente Médio, vestido de operário, com cinto de ferramentas e luvas, usando jeans cobertos de serragem e uma camisa xadrez com mangas enroladas acima dos cotovelos, mostrando os antebraços musculosos. Não era bonito (p. 75).

    O Espírito Santo é apresentado como uma mulher asiática e pequena (p. 74), chamada Sarayu (p. 77, 101).
    Resposta bíblica: Dentro da natureza do único Deus verdadeiro há três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. São três pessoas distintas, mas, não separadas como o livro apresenta. Além disso, o Pai e o Espírito Santo não possuem um corpo físico. Veja Jó 10.4; João 4.24 e Lucas 24.39.

    5. A punição do pecado

    O livro apregoa que Deus não castiga os pecados: “Mas o Deus que me ensinaram derramou grandes doses de fúria, mandou o dilúvio e lançou pessoas num lago de fogo. — Mack podia sentir sua raiva profunda emergindo de novo, fazendo brotar as perguntas, e se chateou um pouco com sua falta de controle.

    Mas perguntou mesmo assim: — Honestamente, você não gosta de castigar aqueles que a desapontam”? Diante disso, Papai interrompeu suas ocupações e virou-se para Mack. Ele pôde ver uma tristeza profunda nos olhos dela.

    — Não sou quem você pensa, Mackenzie. Não preciso castigar as pessoas pelos pecados. O pecado é o próprio castigo, pois devora as pessoas por dentro. Meu objetivo não é castigar. Minha alegria é curar. — Não entendo…”

    Resposta bíblica:

    A Cabana mostra um Deus apenas de amor e não de justiça. Apesar da Bíblia ensinar que Deus é amor, não falha em apresentá-lo como um Deus de justiça que pune o pecado:
    “ A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18.4).

    “Semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Rm 1.27). “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).

    “E a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2 Ts 1.7, 8). Cristo morreu pelos nossos pecados (1Co 15.3).

    6. O milagre da encarnação

    O livro apresenta uma visão errada da encarnação de Jesus Cristo: “Quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos.

    Também optamos por abraçar todas as limitações que isso implicava. Mesmo que tenhamos estado sempre presentes nesse universo criado, então nos tornamos carne e sangue” (p. 89).
    Resposta bíblica:

    De acordo com a Bíblia, somente o verbo encarnou (Jo 1.14). Veja ainda Gl 4.4; Cl 2.9) e (1 Tm 2.5).

    7. Jesus, o melhor ou único caminho para o Pai?

    No livro, Jesus é apresentado como o melhor e não o único caminho para Deus: “Eu sou o melhor modo que qualquer humano pode ter de se relacionar com Papai ou com Sarayu” (p. 101).
    Resposta bíblica:

    A Bíblia é muito clara ao afirmar que Cristo é o único que pode salvar: Is 43.11; Jo 6.68; Jo 14.6; At 4.12 e 1 Tm 2.5.

    8. Patripassionismo

    O livro promove uma antiga heresia denominada patripassionismo, que é o sofrimento do Pai na cruz: “O olhar de Mack seguiu o dela, e pela primeira vez ele notou as cicatrizes nos punhos da negra, como as que agora presumia que Jesus também tinha nos dele.

    Ela permitiu que ele tocasse com ternura as cicatrizes, marcas de furos fundos” (p. 86). “Olhou para cima e notou novamente as cicatrizes nos pulsos dela” (p. 92). “Você não viu os ferimento em Papai também”? (p. 151).
    Resposta bíblica

    A Bíblia mostra que foi Jesus quem sofreu na cruz e recebeu as marcas dos cravos e não o Pai ou o Espírito Santo. Veja João 20.20, 25, 28.

    9. Universalismo

    A Cabana promove o universalismo, isto é, que todas as pessoas serão salvas, não importa a sua religião ou sistema de crença.
    “Os que me amam estão em todos os sistemas que existem.

    São budistas ou mórmons, batistas ou muçulmanos, democratas, republicanos e muitos que não votam nem fazem parte de qualquer instituição religiosa. Tenho seguidores que foram assassinos e muitos que eram hipócritas. Há banqueiros, jogadores, americanos e iraquianos, judeus e palestinos” (p. 168, 169).

    “Não tenho desejo de torná-los cristãos, mas quero me juntar a eles em seu processo para se transformarem em filhos e filhas do Papai, em irmãos e irmãs, em meus amados” (p. 169).

    Jesus afirma: “A maioria das estradas não leva a lugar nenhum. O que isso significa é que eu viajarei por qualquer estrada para encontrar vocês” (p. 169).
    Resposta bíblica

    Não há base bíblica para tais afirmações. A Palavra de Deus ensina que não existe salvação fora de Jesus Cristo. Apesar de o universalismo ser uma doutrina agradável, popular e que reflete a política da boa vizinhança, a Bíblia afirma que nem todos serão salvos: Veja Mt 7. 13, 14; 25.31-46; 2 Ts 3.2.

  • Allan comentou em 25 de maio de 2009 às 13:21 :

    Caro Lucas, Paz.
    Vejo que você tem um entendimento muito grande sobre a palavra de Deus. Não estou aqui para criticar ninguém e nem expor minha fé, pois a fé de cada um esta dentro de si e somente Deus pode conhecê-la. Este livro e bastante forte, pois traz para nossas vidas as formas da qual Deus pode estar conosco, pois Deus e um ser sem limites. Cada um pode ser tocado por Ele de uma maneira diferente. Muitos pastores que pregam hoje em dia eles pegam de livros algumas passagens de textos de livros pois assim como Deus usou homens para escrever a bíblia Ele pode usar homens para escrever livros de bênçãos.

    Mesmo assim, fica meu Grande Abraço e que o Espírito Santo possa esta com cada um de vocês.

  • Lucas comentou em 27 de maio de 2009 às 00:11 :

    Caro Allan!

    Concordo quando você diz que Deus usa as pessoas para manifestar o Seu saber. Tanto que leio muitos livros de pessoas que estudam a biblia e usam referencias biblicas para nos trazer a revelação. Mas houve pontos no livro que me incomodaram por contra-dizer a biblia. A igreja não precisa de uma nova revelação mas de iluminação para entender o que foi revelado nas Escrituras.
    O livro “A Cabana” é bom, tem um conteúdo fascinante, não é a tôa que é um best-seller, mas destonou no fator veracidade, pois não tem fundamento biblico, não estou falando de veracidade religiosa, mesmo por que a religião que na verdade deveria “religar” o homem a Deus, acabou por separa mais ainda criando tabus, conceitos errôneos, e o pior talvez, “criando” um Deus, tornando o homem criador e não criatura.
    Acredito que Deus pode usar esse livro para mostrar Seu amor, mas quem ler o livro e depois for para a biblia pode se assustar ao ler, por exemplo:

    2Pedro 2:4 “Pois Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os lançou no inferno prendendo-os em abismos tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo”.

    Com isso pode-se gerar uma certa dúvida em relação ao carater de Deus. Será que Ele é só esse amor incondicional do livro, ou Deus de justiça e amor incondicional da biblia? O que quero dizer, não é que Deus não ame incondicionalmente, pelo contrario, Deus ama sim, isso significa que Deus me ama e ama voces do mesmo jeito que ama todos os presidiarios, estrupadores, assassinos, mentirosos, mas isso não os torna salvos mediante a justiça de Deus. Por que Deus está em busca de verdadeiros adoradores, que o adorem em espirito e em verdade, e que creiam que Jesus é o unico caminho e aceitem viver debaixo dos propositos de Deus, como criatura e não como criador.

    Pessoal, não quero aqui dizer que sou conhecedor da verdade, muito menos de Deus. Sou um trapo de mundicia que Deus alcançou atraves de Sua graça, que hoje, arrenpendido, vivo aos pés de Jesus. Por isso, peço desculpa se falei algo que magoou alguem, se feri a religiosidade ou a fé de alguem. Me perdoem!!!

    Antes de me despedir, gostaria, como de praxe, deixar um trecho da biblia. :)

    2Tm 4.1-4

    1 Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente:
    2 Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina.
    3 Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos.
    4 Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos.

    Abraço a todos

  • Alexandre Rivaben comentou em 27 de maio de 2009 às 13:37 :

    Olá Lucas,

    Realmente não concordo com a sua opinião.

    Você escreve como se fosse dono da verdade absoluta, coisa que eu abomino.

    Não acho a Bíblia a verdade absoluta, assim como não acho o Alcorão ou qualquer outro livro sagrado algo divino e pleno.

    Ah, não se esqueça de lembrar que, mesmo se consideramos que a Biblia seja a *mensagem real* de Deus, ela foi escrita por homens (aliás, já há estudos que comprovam que mesmo “o Livro de Mateus” ou “o Livro de Marcos” não foram escritos por uma pessoa só) e, como homens, eles estão sujeitos a errar mais do que acertar.

    Abraço,

  • Alexandre Rivaben comentou em 27 de maio de 2009 às 13:44 :

    Nem sei o que falar.

    Você fez uma comparação entre as idéias da Cabana e da Bíblia e, nem tenho embasamento para concordar/discordar.

    Só acho que nunca foi o foco comparar a Cabana com a Bíblia, mesmo porque, muitas das coisas em “A Cabana” são metafóricas, assim como na Bíblia.

    De qualquer forma, obrigado pela participação.

  • Alexandre Rivaben comentou em 27 de maio de 2009 às 14:07 :

    Oi Lucas,

    Estamos aqui para discutir mesmo.

    Não precisa se desculpar. Cada um tem sua opinião e já é louvável que vc e todos os outros que estão aqui falem abertamente o que pensam, sem medo de serem discriminados por isso.

    Abração,

  • Lucas comentou em 27 de maio de 2009 às 17:34 :

    Olá!

    Gostaria de dizer que toda a veracidade biblica, só pode existir em nossos corações através da fé. Por que como podemos crer na criacão se a ciencia é em grande parte evolucionista? Vamos crer na ciencia ou na biblia? Por que o livro “A Cabana”, nos fala de um deus que não é o da bíblia.

    O Deus de Young é o deus da igreja emergente. Ele é frio; gosta de rock, não julga pessoa alguma; não se ira contra o pecado, nem envia os incrédulos para o fogo eterno; não exige arrependimento, nem o novo nascimento; não impõe obrigação alguma sobre as pessoas; não gosta das igrejas bíblicas tradicionais, nem aceita a Bíblia como a infalível Palavra de Deus e nem mesmo se incomoda que os primeiros capítulos de Gênesis sejam vistos como um “mito”.

    Enfim, creiam no que quiserem; eu creio na verdade…

    Abraço.

  • Alexandre Rivaben comentou em 28 de maio de 2009 às 10:51 :

    Olá Lucas,

    Eu respeito sua opinião mas acho que este é o ponto que crítico em muitas pessoas que seguem esta ou aquela religião.

    Quando você diz: “…eu creio na verdade…”

    Me soa como algo extremamente arrogante. Acredito piamente que os atentados de 11/09 aconteceram exatamente porque os “kamikazes” pilotos do Talibã, assim como você, “acreditavam na verdade”.

    Esta postura me deixa muito triste e me afasta ainda mais de qualquer religião. Ora, como podem os homens, em pleno século XXI, saberem o que é a tal da verdade? Crer é uma coisa e é respeitável. Mas daí a assumir que você crê é *o correto e imutável* como se fosse uma Lei, acho que é um grande exagero.

    Achei interessante você mencionar o evolucionismo já que a Bíblia não segue os principais princípios do pai desta teoria, o grande Charles Darwin.

    Abraço,

  • Me comentou em 03 de junho de 2009 às 00:28 :

    Concordo em gênero, número e grau com o Alexandre, em relação a seu comentário em 27 de maio as 13:37.

    Em relação ao livro, bom é apenas ficção gente, ou ao menos a visão de um estudioso em religião, (palavra que eu detesto), pois pela religião, muitos matam e morrem, enfim.

    O que mais gostei foi sua idéia de perdão. Não sei se realmente é a verdade de Deus, mas se for é bacana. Ou seja perdoar alguém que te fez mal, não significa ter que esquecer o que ele te fez, tão pouco leva-lo pra casa.
    Outro ponto que goste, foi como ele descreve a função de Deus, como o pai amoroso, o de Jesus o irmão que nos leva pra junto do pai, já perdoados e do o Espirito Santo, único capaz de mudar a essência de alguem.
    De qualquer forma é um livro que nos aproxima de Deus, de uma forma ou de outra, vocês não acham?

    PS: A simplicidade as vezes é melhor do que uma palavra rebuscada, cheia de linguagens bonitas. na maioria das vezes é na simplicidade que aparece o amor.

    Que nosso querido Jesus esteja sempre com todos.

  • priscila comentou em 03 de junho de 2009 às 10:19 :

    Olá Me,
    Simplismente lindas as suas colocações, e é isso o que aproxima as pessoas de Deus, o Amor que sentimos Dele por nós, todo o resto vem depois, é como o que acontece quando temos um filho. É só Amor e cuidado que proporcionamos a ele e o que sentimos no começo. Depois claro que temos que orientá-lo, e educá-lo e corrigí-lo, mas isso vem depois com o passar do tempo e depois de estarmos sintonizados.
    Paz a todos
    Priscila

  • Camila comentou em 03 de junho de 2009 às 15:52 :

    Olá,
    Pra mim a Cabana, virou meu livro de cabeceira, antes mesmo de terminar de ler, algumas idéias mundanas e preconceituosas se perderam no meio do caminho, enquanto devorava este livro, que para mim e com certeza pra muitos teve um diferencial com grande importância na vida, de mudança e auto conhecimento.
    Indico com certeza, e boa leitura a todos que tiveram a capacidade de abrir o coração.

  • Alexandre Rivaben comentou em 05 de junho de 2009 às 10:02 :

    Ola Rose,

    Obrigado pelo seu comentário.

    Acho que o melhor de tudo é que “A Cabana” fez com que “discutissemos” abertamente sobre essa assunto tão polemico que é a religião e isso já é um ganho muito legal para cada um de nós!

    Abraço!

  • Alexandre Rivaben comentou em 05 de junho de 2009 às 10:04 :

    Olá Camila,

    Não acho que “não tenho ou não tive a capacidade de abrir o coração”… simplesmente não gostei do livro. Acho que isso não me faz mais insensível ou menos crente nesta ou naquela religião, não é mesmo? :)
    Abraço,

  • Alexandre Rivaben comentou em 05 de junho de 2009 às 10:05 :

    Olá Pri,

    Acho que o amor é mesmo o mais importante e é algo que nenhuma das religiões tem me passado de mensagem: muitas pessoas acabam confundindo isso com posturas extremistas e preconceituosas o que acaba desgastando toda a imagem simbólica tenue que a religiao, teoricamente, deveria passar…

    Abrax!

  • priscila comentou em 05 de junho de 2009 às 12:06 :

    Olá Alexandre,

    Sinto mesmo que não possa ter recebido e percebido o Amor de que tanto falo, não o culpo e aliás vou orar para que possa recebe-lo e aceitá-lo, você ainda vai ver como é maravilhoso. Sabe, a Bíblia fala que Deus é Amor e é tão importante esse Amor que há um capítulo todo em 1Corintos 13 falando sobre ele e que sem ele “nada se aproveita”. Parafraseando uma frase do filme que assisti ontem, “a religião é falha, porque nós humanos somos falhos”, mas Deus é perfeito e é essa perfeição que atrai a muitos, o Amor é perfeito, mas nós nunca seremos, e por isso nós cristão reconhecemos e aceitamos a misericórdia de Deus por nós, que é Amor, de ter enviado seu filho Jesus para nos livrar de nossa imperfeição, pagar por ela, se fossemos perfeitos não precisaríamos aceitar o sacrifício de Jesus, que é o Amor dele por nós. Sabia que para as traduções de Amor que encontramos na Bíblia são cerca de sete palavras diferentes no original, cada uma para um tipo de amor. Você encontra respostas para tudo na Bíblia quando se está com o coração aberto. Mas infelizmente as fraquezas das pessoas as levam a transfigurar o que Deus quer para as nossas vidas, “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”. Tem lei mais bonita que essa? Amar o Amor, que é Deus e também ao próximo fazendo ao próximo o que gostaríamos ou o que não gostaríamos que fosse feito com conosco, desde uma simples fofoquinha a matar. Simples assim. E nos amar significa fazer tudo aquilo que não nos prejudique fisicamente ou espiritualmente. Bom pelo menos é isso o que eu aprendi a acreditar refletindo sobre o que lia e leio e vivi e vivo, sei que há muitos que concordam em parte ou em nada, mas sinceramente e respeitosamente eu não me preocupo, acredito também que só vou prestar contas de meus pensamentos e ações a Deus porque só Ele conheçe meu coração e o de todos nós. Muitas vezes falamos e falamos, concordamos ou discordamos, mas o que ocorre na nossa alma só Deus sabe e explica. E as consequências são nossas para aprendermos. Se não houvesse as consequências, boas ou más, seriamos uns “mornos” não acha? Sem felicidade em receber uma consequência boa de uma ação boa e pensada com Amor ou sem temor de vir algo ruim de uma ação mal pensada e muito provavelmente feita sem Amor.
    Alexandre não precisa publicar isso, afinal só quis retribuir seu comentário e acredito que Deus tem um plano especial para sua vida, aliás só o que esse post já rendeu é um bom sinal que você está indo por um caminho certo. Oro para que você esteja sempre no caminho Dele assim você sentirá a alegria que Ele nos proporciona.
    Abraço
    Pri

  • Me comentou em 10 de junho de 2009 às 10:56 :

    Olá de novo pessoal.

    Já que estamos falando de religiosidade, pergunto.
    Quem acha que o livro tem tendência a uma ou outra religião?? Se sim qual?? considerando que o autor é estudioso(Teólogo).

    PS. Meu sonho é um mundo onde a gente possa se amar independentemente de sua religião ou credo. E quando falo em se amra, falo em termos mais respeitos, mais delicadeza, mais educação uns com os outros, mesmo que não sejamos parentes ou amigos. Vejo nas ruas o egoísmo, no trânsito, até na fila de um banco ou de uma padaria.

    Abraços

  • Alexandre Rivaben comentou em 10 de junho de 2009 às 16:18 :

    Olá Rose,

    Muito boa sua pergunta. Acho que está claro que é um livro cristão mas não sei se ele se aproxima mais do catolicismo ou do protestantismo ou mesmo do judaismo…

    O que vc acha?

    A proposito, seu PS é perfeito! Concordo plenamente!

  • Esther comentou em 15 de junho de 2009 às 13:21 :

    Acabei de ler o livro ontem (14/06/2009) e já estou sentindo falta… Ele me fez pensar muito em duas palavras: relacionamento e perdão. Porém, de uma maneira que eu nunca havia pensado antes… Me fez ver por exemplo, o quanto eu cobrava do que eu pensava ser a maneira certa de cumprir com as regras para se ter e ser um bom amigo.
    Me fez enxergar o quanto de regras e leis venho cobrando de mim mesma e também dos outros.
    Estou refletindo ainda… Digerindo tudo que li. E posso dizer que hoje, quando acordei, a primeira frase que disse foi que perdoava alguém.
    Espero continuar com toda essa riqueza de sentimentos em mim, mas, se não conseguir, ao menos deixo registrada a minha impressão, para que algum espírito mais esclarecido que o meu, tire boas lições deste livro maravilhoso: “A Cababa”!

  • Alexandre Rivaben comentou em 16 de junho de 2009 às 19:21 :

    Ola Esther,

    Gostei do seu ponto de vista sobre o perdão e também de refletir após ler o livro.

    Tenho uma pergunta: será que é só esse tipo de livro que faz as pessoas tirarem “lições”? não me entenda mal, é que eu vejo todo mundo falando que tirou essa ou aquela lição deste livro mas não vejo ninguém dizer que tirou alguma lição quando leu, sei lá, “A Menina Que Roubava Livros”, por exemplo.

    O meu ponto é: será que é necessário criar um livro que faça uma referencia direta a deus ou ao perdão para pensarmos nele?

    Abraço!

  • Asher comentou em 19 de junho de 2009 às 11:10 :

    Você é a primeira pessoa que vejo dizer que não gostou do livro. Achei muito bom o seu ponto de vista, todo livro nos faz refletir sobre nossos costumes e a vida que levamos, não se você já leu, mas anjos e demônios parece ser o que está procurando, a história é bem viaja e até exagerada em alguns pontos, mas é muito boa. Inclusive já lançou o filme também…

  • Simone comentou em 19 de julho de 2009 às 21:35 :

    De todas as experiências pela qual passamos podemos tirar algo proveitoso,e o que não é, simplesmente descartamos. Assim também esse livro. Eu li, gostei, me emocionei, mas, não é algo que eu vá seguir. Me identifiquei em alguns momentos, discordei em outros, mas, acabei retendo somente o que acho que poderá trazes algo de valioso para minha vida, por exemplo: O GRANDE AMOR DE DEUS!A verdade é que Ele ama o pecador, mas, abomina o pecado. É o que diz a palavra de DEUS(Bíblia). Deus abençoe a kda um que debateu sobre o livro aqui. Abraços

  • Marcio comentou em 20 de julho de 2009 às 15:37 :

    Acabei de ler o livro e vim aqui relatar que é quase impossivel que uma ou outra pessoa não tenham retirado alguma lição(BOA)deste livro. Tenho certeza que o objetivo do autor foi alcançado que como é óbvio estamos discutido sobre o mesmo até hoje. O que me chamou mais atenção nestas trocas de opiniões é a posição agressiva de algumas pessoas que entendem, segundo a ótica delas são cristão aplicados demais da conta, SERÁ QUE REALMENTE SÃO???????
    Acredito na palavra de DEUS acima de qualquer coisa, também acredito que DEUS É AMOR e que somente através de JESUS poderemos alcançar O DIVINO AMOR DE DEUS, porém, nunca leio a BIBLIA e isolo um ou outro texto da BIBLIA do contexto a ela aplicado, por fica muito facil para mim expor minhas idéias desta forma.DEUS É JUSTIÇA, COMO COM CERTEZA É AMOR, O SALÁRIO DO PECADO É A MORTE MAS DEUS NUNCA DESISTIRÁ DE SEUS FILHOS, TENTARÁ ALCANÇA-LOS ATÉ O ULTIMO SUSPIRO DE VIDA (NEM QUE SEJA LEVANDO ALGUM DE SEUS FILHOS A UMA “CABANA”).
    Um abração a todos!!!!!!!!!

  • Me comentou em 20 de julho de 2009 às 20:00 :

    Marcio,

    Belas palavras.
    Parabéns.

  • debora comentou em 21 de agosto de 2009 às 01:18 :

    oi pessoal, acho mto lindo nossa liberdade de expressao, somos livres para discordar e nos amar! A cabana ta fazendo maior sucesso,acho legal, pois Paulo coelho tambem, mas sem criticas A cabana pode nao ter fundamentações religiosas, mas emleva os de coração simples e que procuram conhecer o PAI, A busca-lo, sabe poderiamos dizer mais mande eles comprar uma biblia, pare e pense tem uma galera cheia de preconceitos com as igrejas, com lideres, e consequentemente a biblia se tornou um livro de regras morais pesadas para milhares, mesmo q sabemos q nao é nada disso, entao por que nao crer q o PAI, pode atrair pessoas coom a simplicidade de uma ficção, afinal de contas ELE É DEUS! QUANTO A BIBLIA ELA É INSPIRADA E NELA CONTEM A PALAVRA DO PAI,MAS, pare e pense na china e outros paizes fechados ela nao é tao usada como no brasil, mas o SENHOR SE REVELA DE FORMA MARAVILHOSA COMO NO TEMPO DA IGREJA PRIMEITIVA ONDE SÓ ERA USADA PELOS LIDERES RELLIGIOSOS,OS DICPULOS E SEGUIDORES DE JESUS NAO TINHA BIBLIA ele era a revelação, hj precisamos aprender q ELE SE REVELA COM SUA PALAVRA MAS TEMOS O ESPIRITO SANTO Q NOS GUIA A TDA VERDADE. RESUMINDO A CABANA É UMA FERRAMENTA MTO DO PAI PARA OS Q TEM ANSEIO POR CONHECE-LO.(CLARO SEM EXCLUIR A BIBLIA)

  • weysianne comentou em 26 de agosto de 2009 às 17:37 :

    esse livro é maravilhoso me tocou muito a historia de missy,eu recomendo a todos que gostem d ler e se envolver na história!!!

  • Ana Paula comentou em 27 de agosto de 2009 às 20:51 :

    O livro “A Cabana”, em síntese, quis deizer que a “Instituição” mata a fé … que Deus está dentro de nós !

    Realmente, eu consigo viver minha fé longe das regras e dos rituais impostos pelas religiões enquanto instituição … deposito tota minha confiança e me entrego totalmente a DEUS INTERIOR e confesso que o livro só veio reforçar aquilo em que, ao menos para mim, tem me dado todo sustento e alegria de viver!

    A propósito, é tudo tao simples que a razão ofusca, se confunde … e não compreende … se liberta aí galera, é seguro entregar a Deus interior e solta aí das amarras das chamadas Instituições … você pode ser a IGREJA e deixar que Deus nela habite!

  • pedro comentou em 31 de agosto de 2009 às 02:51 :

    Não achei que o livro defende alguma religião, varias vezes achei qu estava lendo um livro espirita, outras vezes duvidei… Um livro normal de ficção, acho q não devo ficar chateado, nem muito empolgado com o que esta escrito, ficção = pura invenção, eu não acreditava em Deus antes do livro e continuo não acreditando. Em relação a religião, tb acho que se Deus existisse tb não concordaria com nenhuma religião, todas preconceituosas e dizem uma coisa e fazem outra, religião foi feita pra enganar o povo e ganhar dinheiro. Eu posso qquer dia acreditar em Deus, mas com certeza nunca vou acreditar em pastores, bispos, padres e pais de santo!

  • Renata comentou em 03 de setembro de 2009 às 07:39 :

    Não acho que o fato de defender a santissima trindade seja uma apologia ao cristianismo, e sim a Biblia que ao contrário de ser um livrinho de fábulas, é própria PALAVRA DE DEUS, é só desfolhar um pouquinho que descobrimos coisas que já aconteceram, estão acontecendo e que estão pra acontecer e que só O Criador poderia descrever. Quanto ao livro…. AI… COMO EU AMEI… a forma que descreve Jesus, o Pai, e o Espirito Santo… e não dúvido que possa acontecer, afinal de contas, quem deu a própria vida por um bando de pecadores, seria capaz de qualquer coisa por você e por mim… EU SOU APAIXONADA POR ESSE DEUS!!! Falo isso com os olhos cheios de lágrimas, pois não consigo expressar o quanto me sinto amada por Ele.

    Pedro… você não sabe o que está perdendo… ter a paz de Cristo, não tem comparação! A paz que um copo de cerveja, ou uma saidinha com amigos metaleiros pode dar é momentania, a paz de Cristo faz você sorrir e se sentir completo mesmo estando passando pela pior situação que seja… você não se sente sozinho NUNCA!

  • Maria comentou em 06 de setembro de 2009 às 23:58 :

    Eu amei o livro ,e recomendo, é claro que tua visão não pode ser a minha ,mas o livro me fez refletir sobre tudo que vivi,e o que vou viver,e penso que o livro quis mostrar para seus leitores,o amor de Deus.E como disse o própio autor do livro “Se você odiar esta história,desculpe,ela não foi escrita para você”

  • Boca comentou em 13 de setembro de 2009 às 23:45 :

    O autor esta de parabens não tem como o mundo impedir Deus se manifestar na vida das pessoas com seu amor observem a divina trindade papai-Jesus-Sarayu quem não queria estar no lugar de Mack puxa vida se fosse eu teria ficado com eles ao invés de ter voltado para este mundo louco quem não entendeu a mensagem do livro deve ter desistido de ler quando ele passa do assassinato de Missy ao encontro com Deus observe o amor a simplicidade deles pois isto esta faltando em muita gente a trindade se respeita nenhum sabe mais que o outro eles tem total liberdade cada um tenta agradar mais o outro porque são um so no amor e querem dividir este amor conosco mas nós somos bem diferente cada um tenta passar a rasteira no outro e ainda dizemos que somos bons somente aos nossos olhos que não enchergam um palmo a frente,so´fazemos o que nos agrada ai as coisas saem erradas e se lembramos de Deus para pormos a culpa nele porque ele não ajudou e ele nos ajudou tanto que deu seu unico filho a morrer por todos nós para que não fossemos condenados pelos nosso pecados mas sim justificado por sermos seus filhos no amor de Jesus Cristo.

  • Boca comentou em 14 de setembro de 2009 às 00:12 :

    Amigos nem Jesus cristo agradou a todos mas Deus achou um jeito simples de manifestar seu amor numa linguagem simples,temam a Deus apenas para realizar a vontade dele na remissão de nosso pecados que não são poucos né andem no caminho da luz de Deus,entreguem suas vidas nas mão dele só assim terão a verdadeira paz que não esta neste mundo mas em Jesus.Conforme as escrituras vamos morar junto com ele e acredito que a divina trindade estará junto com a gente igualmente como no livro num amor incomparavel sem fome,sede,dor,depressão e qualquer mal,mas acho que a principal duvida é se lá no céu teremos que adorar Deus 24 horas por dia não vai ser bem assim nós apenas retornaremos ao jardim do édem e a divina trindade te ensinara a tudo na linguagem mais simples assim como no livro vc estará frente a frente com eles.Mas para isto temos que fazer a vontade de Deus não tem outro jeito.

  • Sobrevivente comentou em 17 de setembro de 2009 às 13:37 :

    Caro amigo (a),

    Não sei as experiências que as pessoas já tiveram em Deus, mas dou o testemunho que Deus, sem ter muito trabalho, restaurou minha vida. Sou portador da doença do alcoolismo e não ingiro bebidas alcoólicas há nove anos. Em decorrência da ausência da bebida alcoólica em minha vida, passei a cuidar melhor do meu corpo, ou porque não dizer: cuidar melhor da Morada do Espírito Santo:

    “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós,

    o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?”.

    1 Coríntios 6:19

    Verdadeiramente, conheci O Grande Deus. Sou Católico Apostólico Romano, fiel ao meus Deus e minha Igreja. Faço parte do Encontro de Casais com Cristo e estou Ministro Extraordinário de Eucaristia. Dito isso, faço alusão ao livro A CABANA, no seu capitulo 11, “Olha o Juiz aí, gente”, precisamente na página 148, quando Mackenzinie, conhecido como Mack, deve escolher qual dos filhos iriam para o Céu e para o Inferno. Finalizando meu testemunho, eu ainda me pergunto: Qual critério devo usar para julgar meu próximo, mesmo quando violentamente fui sua vítima?

    Um grande Abraço.

  • Liedja comentou em 22 de setembro de 2009 às 16:03 :

    que bom que não queira seguir nehuma regra criado por religião pois quem criou as religioes fram os homens…
    como dizer que importa se seja judas maome?Vc acredita em Deus relamente.

    acredito que este livro esta sim se infiltrando na vida de muitos que não seguem uma reliagião mais eu particulamente glorifico a DEus por isso!
    na palavra de Deus diz que até que Ele venham todos ouvirão falar dEle…você já parou para pensar se o louvor como Zaquel e o livro a cabana não esta sendo um meio de muitos conhcerem a DEus?

    O livro é bença pura e eu recomendo a todos e divulguem bastante pk” Ide por todo mundo e pregai o evangelio do Snhor”

  • Alisson Valadão comentou em 28 de setembro de 2009 às 11:30 :

    Ouvi dizer maravilhas do livro, li os comentários de leitores, comprei e… decepção total. Se você espera um historinha “aguinha com açúcar” sobre um tema religioso, este é seu livro, mas se você, como eu, esperava um embate filosófico, questionador, com algumas doses de niilismo esqueça esse livro que, em alguns momentos parece ter sido escrito para criancinhas em início de catequese! Chega a dar náusea do diálogo altamente infantilóide entre o personagem e as entidades religiosas. Aquele lance de o personagem chamar deus de papai chega a dar gastura de tanta pieguice… Arrrrggg

  • Allan comentou em 29 de setembro de 2009 às 08:56 :

    Ainda bem que este site e para que nos possamos postar comentários sobre este livro que particularmente achei maravilhoso. Mas como eu e muitas pessoas gostamos do livro existem pessoas que não gostaram. Recentemente recebi relatórios de pessoas criticando o livro, falando que a historia e mesquinha, que o livro não e interessante e coisas do gênero.

    Mas gostaria de falar que maior e o que esta em nos do que o que esta no mundo, o livro pode ate ser uma ficção, mas para as pessoas que realmente tem um contato com Deus sabe que tudo o que aconteceu no livro e pouco, comparado a tudo o que meu Deus pode fazer.

    A é a propósito temos um Deus no céu, mas não podemos afirmar seu sexo, pois ele e único. Nos e que temos uma enorme sensação de considera-lo com uma forma de um homem. A bíblia diz:
    E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;
    Gênesis 1,26
    Daí nos tiramos a sensação de que Ele e um homem. Mas na verdade quando você o conhece de verdade você pode sim, se relacionar com Deus chamando uma mulher de papai sabendo que esta se relacionando com um ser maior…

    Me sinto uma eterna criança quando estou ao lado do meu Deus, sabendo que li o livro por intermédio de meu PAPAI CELESTIAL.
    Que Deus os abençoe e fiquem na paz de CRISTO…

  • Alisson Valadão comentou em 01 de outubro de 2009 às 11:50 :

    Não faço parte de nenhuma estrutura religiosa de massa dominante. E eu não creio, não por ser criança, muito pelo contrário, porque sou adulto e como adulto me recuso a acreditar no improvável, no subjetivo, no exoterismo superficial vigente. Isso seria um atentado a minha condição de ser humano pensante, racional. Comprei o livro na expectativa de que o autor seguiria essa linha de pensamento racional, questionadora das “loucuras” e “esquizofrenias” religiosas, mas é lógico que o autor, para ter seu livro nas estantes dos Best Seller, teria que escrever um texto que deixa a “massa” babando confortável em seu próprio fanatismo religioso.

  • samiely comentou em 03 de outubro de 2009 às 11:07 :

    sinceramente, amei o livro a Cabana*
    foi o livro que mais mexeu comigo, mais sinceramente, acho
    que devemos entender, Deus é Amor, ele é quem nos deu o Don de Amar*
    mais assim, devemos saber apenas as mais certas coisas
    -> Deus nos ama*
    -> Deus está em nós… mais nao somente elle…como tbm aquele que morreu por todos nós como tem no livro.
    sobre o Espirito santo, bom ele é qm nós ajuda
    nos momentos mais desejavel nao sei como falar o certo
    sobre esse ‘tal’ momento, mais consigo falar..
    Deus, Jesus e Espirito Santo*
    são as partes mais excenciais na nossa vidah*
    nao acredito confeso em Sarayu seja Deus tbm… mais acredito q ela exista, ou simplesmente possa existir*
    agora sei que existe 5 livros que gosto muito
    -crepusculo 2008
    -lua nova 2009
    -eclipse*
    -amanhecer*
    agora ler esse e viver esse romance é a melhor coisa do mundo

  • junio comentou em 06 de outubro de 2009 às 21:07 :

    Olá a todos, qual a intenção de quem está lendo esse livro, pensem!!! Se for uma leitura atrás de auto ajuda, um reecontro espiritual ou talvez uma palavra que toque de alguma forma para que se chegue ao perdão de alguem, sugiro que LEIAM simplismente o livro da vida, aquele que cura, sara, liberta, que trata o psicologico e o espiritual A BIBLIA SAGRADA de Genesis a Apocalipse tenham certeza de que suas vidas irão mudar de uma forma fastastica e inexplicavel pois o amor de JESUS CRISTO está além do que os olhos humanos podem ver, pensem e reflitam!!!!!

  • Raquel comentou em 07 de outubro de 2009 às 11:51 :

    Sinceramente, achei o livro espetacular! Considero, verdadeiramente, que Deus com sua multi forma e sabedoria, possa menifestar-se de diversas formas. Ao contrário, penso que cristãos, de forma geral, são bem proselitistas e consideram suas versões sempre as mais verdadeiras e únicas frente a alguma interpretação. Ainda penso que alguns se consideram totalmente aptos a compreender a Divindade e manifestações Dele aqui na terra. Para mim, essa experiência foi para um particular tratamento espiritual e o autor quis compartilhar isso conosco. Não cabendo, assim, tamanho alarde sobre conceitos teológicos. Particularmente, o livro me proporcionou excelentes momentos e reanimou minha fé em Deus. Alguns afirmam possuir diversas eresias, coisa que não consegui perceber.Será que se Jesus viesse nos dias atuais, nós não o crucificaríamos. Os seres humanos são, como bem disse o livro, julgadores. Deixemos que Deus dê sua resposta. Afinal, tudo depende dos olhos de quem vê, neste caso, os meu viram uma manifestação maravilhosa de Deus!

  • Carina Marques comentou em 08 de outubro de 2009 às 10:10 :

    Olá a todos
    Sabe Raquel acho que você respondeu muito bem, acho que disse tudo!! Concordo plenamente. Me pergunto porque não podemos encontrar várias formas de estar sempre próximos a Deus, porque tem de ser um único caminho?
    Eu respeito todas as formas de religião, desde que está te leve a Deus e ao caminho do bem, se formos realmente ver todas têm seu lado de verdade, mas cada uma chega lá de uma forma diferente.
    Os seres humanos são mesmo julgadores e orgulhosos, bem provável que com estes conceitos neuróticos de religião acabariam mais uma vez por crucificar a Jesus.
    Portanto minha opinião ainda é a mesma, se o livro pode elevar seu espiríto a pensamentos bons, onde está o mal?

  • Andreia Ferrari comentou em 17 de outubro de 2009 às 17:31 :

    Olá a todos! A minha experiencia ao ler esse livro é simplesmente indiscritivel. Sempre gostei muito de ler, mas confesso que a muito tempo não me impressionava tanto. Esse livro é muito rico, prazeroso e emocionante.
    Sou uma pessoa que não segue religião nenhuma, mas que acredita em um Deus bom e cheio de amor. A maneira como Deus é apresentado nesse livro me levou a refletir muito e não mais me cobrar por não ter uma religião. Me sinto a vontade para amar e ser amada, praticando a bondade sem precisar de nenhum dogma ou regra ditada por qualquer religião.
    Acredito que o que faz você bom e digno de salvação, são as abras praticadas e o amor desmedido e desinteressado que se dá aos outros. Religião não salva ninguem e nem faz de alguem uma pessoa boa. Bondade e amor não se fabrica nem se ensina, se conquista, se doa, se entrega. Perdão e amor são os caminhos para se encontrar com Deus. Religião nenhuma serve de passaporte.

  • Denise comentou em 08 de novembro de 2009 às 22:26 :

    Boa noite a todos,

    Falando sobre o livro A Cabana observei que existem muitos comentários e até debates o qual muitos falam mal do livro a forma que foi feito não o aceitando como uma boa literátura. Ocorre que, hoje vivemos num mundo tão atripulado tão sem falta de DEUS, realmente somos o que diz ” papai ao mack” estamos a todo momento no “eu sou” estamos a todo momento esquecendo que temos o proximo…estamos esquecendo do AMOR….e sabemos que a todo momento DEUS`é o AMOR. Sou evangélica recente…e posso dizer que se minha igreja prega que nos leva a Jesus…porque qualquer outro tipo de religião não possa levar a Jesus. Somos todos diferentes…em cor, raça, idiomas…porque não podemos ser em religião mesmo sabendo que no final nos leva ao mesmo lugar.
    Devemos acreditar nisso, pois precisamos disso para vivermos melhor…para aprendermos a perdoar…para aprendermos a ter amor por outras pessoas que não sejam apenas nossa parentela. O Mundo precisa de algo para acreditar…algo que aqueça nossos corações…que fale com a gente…que nos tenha como filhos….precisamos estar mais em comunhão com DEUS….
    Adorei o livro…alguns estão falando mal porém isso não me importa pois a essência que ele quis passar na leitura essa eu absorvi e saibam que encheu meu coração de Amor…de saber que A Santa TRINDADE… Deus, Jesus e o Espírito Santo
    vai mudar muito a minha idéias para com as pessoas…sei que posso ser bem melhor e tomarmos um passo desse já vale a pena o livro…pois esta transformando pessoas…não importa qual denominação seja “as religiões” importa que nos fez chegar pertinho de JESUS e imaginar tão bom seria um final de semana daquele aprendendo a ser alguem melhor.

    Deus Abençoe a todos nós.

  • Patrícia comentou em 11 de novembro de 2009 às 19:25 :

    Acabei de ler o livro e senti o mesmo que você.Não gostei, como vc falou, o tom do livro é extremamente catequizante e superficial.

  • Vincius comentou em 16 de novembro de 2009 às 12:49 :

    Amigo,

    Se você quer ler um livro que possa efetuar uma verdadeira revolução dentro de você, leia: Graça e Coragem.

    Posso classificá-lo como fantástico e inesquecível.Ken Wilber é o autor.

    Mas pode levar fé. Se não gostar mande um e-mail para mim e eu pago o valor do livro a você.

    Um grande abraço…

  • Alisson Valadão comentou em 17 de novembro de 2009 às 09:46 :

    Olá Vinícius,

    Acabei de ler uns artigos sobre Ken Wilber. Me interessei nos livros dele. O sete níveis de conciência são uma idéia fantástica. Esse sim é o tipo de assunto que me interessa. Já estou farto de rapaduras religiosas.

    Abraço!

  • marcos comentou em 21 de novembro de 2009 às 20:59 :

    hehe! o alexandre eh uma pedra dura hehe!! lembrem se que o ser humano tem varias fases a ultrapassar nessa vida ateh chegar o mais perto possivel do entendimento espiritual.
    e eh legal ver o grau de entendimento das pessoas acima,comentarios virtuosos sobre o livro, que pra mim eh otimo!

  • Luciana comentou em 10 de janeiro de 2010 às 16:20 :

    Nossa, q livro lindo e tocante.. me fez refletir muito sobre minha vida e minha comunhão com Deus, peço à todos q orem muito por mim e por minha família.. Tenho certeza q o espírito Santo de Deus tocou meu coração e tenho fé q um dia conseguirei ter um “relacionamento” com Deus desta forma. Quero amar ao próximo como a mim mesma. Para isso tenho consciência q precisarei de ajuda e de orações, afinal de contas ñ é nada fácil.. por isso conto com a ajuda de todos q puderem orar por mim…
    Que o Senhor abençoe a todos!
    Abraços.

  • Celly comentou em 29 de janeiro de 2010 às 17:16 :

    Não podemos dizer que DEUS é uma filosofia, porque DEUS é DEUS e nada há de mudar… Independente as pessoas que acreditam ou não!!! DEUS se faz presente em tudo e é a nossa unica salvação, infelizmente várias pessoas deixam para conhecer a DEUS só no momento da dor.
    Mas falando sobre o livro: Li nos comentários acima dizendo que 10 pessoas podem ler um livro e ter ideias e entendimentos diferenciados, “concordo sem sombras de duvidas”, isso depende muito do que a pessoa esta vivendo no momento, das situações que esta passando e de tantas outras coisas.
    O livro mostra uma grande experiência com DEUS “infelizmente que foi só no momento da dor” e nos mostra ainda mais, que mesmo tendo rejeitado ou não ouvido a sua palavra, no momento em que nos abrimos a ele, ele opera de forma grandiosa dentro de nossas vidas.
    A experiência que tive foi bastante grande ao ler este livro, eu sou evangelico e sempre procuro estar na comunhão com DEUS e o livro ajudou muito mais.
    Eu creio firmemente que esta história é real, quantas pessoas já viveram isso em um momento de morte?
    Quantas pessoas na UTI, desenganados pelos médicos, DEUS operou espiritualmente e a pessoa vive uma nova oportunidade.
    Seria otimo se tivessemos tantos bons livros como A Cabana, para tocar no coração das pessoas, ao invés de escreverem tantos outros livros que não agregam em nada!!!

  • Marcelo comentou em 03 de abril de 2010 às 21:52 :

    Esse Livro é espetacular,na verdade o melhor livro que li.
    Que Deus abençõe a todos.

  • Susany comentou em 06 de maio de 2010 às 11:32 :

    Olá, ao comprar o livro A Cabana, costumo dizer que “comprei no escuro”, pois não sabia do que o mesmo se tratava, achei muito interessante a proposta, parecia algo profundo e que poderia revolucionar a minha vida. Bom penso que o livro tem algumas coisas boas, mas nada que tenha feito uma análise profunda, também não concordo muito com a questão de aproveitar do sofrimento alheio para vender mais livros “Projeto Missy”, pois muitos pais que passaram por sofrimentos parecidos deixaram-se influenciar, fica aqui um pergunta: Qual é realmente a intenção do autor, vender mais livros, ou ajudar as pessoas a terem um encontro profundo com Deus? A quem deseja ter um encontro profundo com Deus recomendo que leia a Bíblia.

  • Neiah comentou em 08 de maio de 2010 às 09:54 :

    AMEI O LIVRO! DEUS FAZ TUDO PERFEITO!!!!!!!!!!MINHA IRMÃ ALCINA QUEM ME EMPRESTOU E VOU PASSAR PARA MAIS PESSOAS LEREM TAMBÉM.
    SOU ESPIRITA KARDECISTA.

  • Bruno Dionízio comentou em 11 de maio de 2010 às 20:11 :

    auto ajuda??
    esse livro foi feito pra causar um impacto nos homens que acreditam no exato.

    tomara que isso aconteça meus amigos.Ah! adorei o livro.Foi o melhor que já li

    bom debate a todos!!

  • Bruno Dionízio comentou em 11 de maio de 2010 às 20:20 :

    pena que,ainda a grande maioria das pessoas como eu,precisam de livros como esse para nos lembrar que Deus nos ama.

    QUE LIVRO!

  • Patrick D comentou em 12 de maio de 2010 às 16:45 :

    Uma coisa que vi em seu comentário, foi o fato de que fala, sobre o livro seria mais ideal para pessoas jovem ou crianças para um uso catqeuetico. Sim, posso concordar com você. Mas o ponto que me deixou intrigado foi que você queria um livro mais filosofico e tals. Mas se todos os livros que você for ler querendo que seje algo que queira, nenhum livro sera do teu AGRADO.
    Temos que análisar o livro sem receios, e nem criando conceitos antecipadamente, pois assim, quando lê-lo não se descepicionará, mais sim enriquecendo a cultura e talvez em seu caso a Fé.

  • Felipe Cypriano comentou em 20 de maio de 2010 às 12:37 :

    Gostei muito desse livro, pois me ajudou a entender como nos somos pessoas bem pequenas, onde a nossa vida, quem toma conta é a gente mesmo, porque não ter deus em primeiro lugar, porque não depositar toda fé nele, temos varias ideias ja estabelecidas em nossa cabeça, porem neste livro podemos enchergar de formas diferentes, como jesus, pode ser simples, enfim, bom livro para ter grandes pensamentos, adorei o livro e recomendo a todos…

  • katlleen comentou em 05 de junho de 2010 às 11:21 :

    bom eu li este livro e foi realmente um dos MELHORES que eu li!!!!!

  • Rafaela comentou em 08 de julho de 2010 às 15:34 :

    Alexandre, concordo plenamente com você, li o livro porque vi vários comentarios na internet falando muito bem do livro, mas não gostei, entendi o livro sim, mas foi tão superficial, cansativo, e aquele final pedindo pra que comprem, pra chegarem a um numero tal pra que possa virar filme achei tosco, mas é isso, abraços

  • pry comentou em 19 de julho de 2010 às 12:08 :

    Esse livro é uma prova de que não estamos sozinhos,confesso
    que várias vezes tentei ler a biblia e não consegui obter respostas para com minhas aflições,palavras dificeis,antigas
    contradições(fora de mim querer julgar ao livro dos livros)enfim desisti!
    Nesse livro o autor é julgado pela forma em que apresenta Deus,Jesus e o espirito santo.Gente como é bom saber que temos um Deus pai acolhedor,simples ,amoroso que diferente do que mais ouvimos falar por aí,um rei sentado no seu trono apontando dedo e dizendo você está condenado.Um Jesus humano,atrapalhado,que gosta de pescar truta esse sim eu posso aceitar como companheiro,não um homem que sofreu na cruz por nossos pecados!AH!e o espirito santo que raramente se toca no nome,tão suave jardineira dos jardins do nosso coração.Tem forma mais linda de aprender sobre a trindade!Alinguagem é espetacular,li pra minha filha ela entendeu,li pro meu marido ele entendeu,li pra minha mãe ela entendeu,li pra minha vó ela entendeu,que dom hein, escrever em uma tal simplicidade que todos e todas gerações possa entender só poderia estar escrevendo inspirado por Deus!Obs:Estou tentando achar mais livros do Willian se alguém tiver novidades deixe um comentário obrigaduuuuuu!

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